Instituições Querem Exposição a Cripto — Mas Não à Criptomoeda em Si

Instituições Querem Exposição a Cripto — Mas Não à Criptomoeda em Si

Traduzido do inglês

Ernst & Young, uma das maiores empresas de serviços profissionais do mundo (auditoria e análise de mercado), conduziu recentemente uma pesquisa com grandes investidores institucionais - fundos, bancos e players semelhantes - para entender como eles veem as criptomoedas.

Você pode ler os resultados completos aqui. Gostaria de destacar alguns pontos.

Primeiro, 73% dos entrevistados planejam aumentar suas alocações em cripto em 2026. Segundo, 49% fortaleceram sua gestão de risco, o que significa que não estão comprando cripto apenas por especulação. Segundo a pesquisa, a demanda está crescendo por custódia segura dos ativos em vez de revenda rápida por preços mais altos.

Num momento em que muitos influenciadores parecem cada vez mais desiludidos com cripto, grandes fundos e bancos estarão realmente encontrando algo valioso — o suficiente para acumular e manter?

Mas um detalhe na pesquisa muda toda a perspectiva. Para investidores institucionais, a porta de entrada primária para cripto são os ETFs. 66% dos entrevistados querem dizer ETFs quando falam de “exposição a cripto” em seus portfólios.

E isso significa que eles ainda não entendem muito bem.

Um ETF não tem nada a ver com a propriedade verdadeira de criptomoedas. A única coisa que ETFs e cripto realmente compartilham é a exposição ao preço.

Então parece que as instituições ainda estão entrando em cripto por uma razão: lucro denominado em moeda fiduciária. Outro dado da pesquisa apoia isso: 74% dos entrevistados esperam que os preços das criptomoedas aumentem no próximo ano.

Pois bem — então aguardemos a alta. O dinheiro esperto diz que ela vem aí.